terça-feira, setembro 20, 2005



Fugi de ti e de mim fiquei ausente
corri na estrada, sem olhar pra trás.
ainda te ouvi gemer: " Não vás"
abandonei-nos, vazio, indiferente...

Procurara germinar, sem semente
num campo infertil e voraz
abraçado à poeira seca, incapaz
desfaleci o rosto na terra quente

fugido da frescura do teu olhar
encontrei-me no deserto do meu eu
moribundo nas bermas de meu nada

recordei vermelhos de teu dançar,
dos cinzentos de quem te bebeu,
enegrece e dança só... na calçada...

3 Comments:

Blogger Menina Marota said...

Triste... é a partida de alguém de quem gostamos...pior ainda se fugimos dessa pessoa...

Apesar de triste, um lindo poema... gostei.

Um abraço e boa semana :)

12:45 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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5:53 da manhã  
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3:13 da manhã  

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